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Sunday, April 7, 2013

Da cobardia

                                   
A most notable coward, an infinite and endless liar, an hourly promise breaker, the owner of no one good quality, (...) unfit for any place but hell.

Tenho encontrado em pinceladas largas, para mal dos meus pecados, o tipo tão expressivamente descrito pelo Bardo. E acreditem, quando se foi educado para a honra, a frontalidade, para ter, se necessário, mais coragem que miolos, ver-se face a face com a cobardia é um golpe duro. Quando uma pessoa sabe que será intempestiva, será por vezes injusta ou dura demais, mas nunca se afastaria das suas responsabilidades e é forçada a lidar com pobres desculpas para um ser humano, tende a descrer de muita coisa. Incluindo da veracidade, ou densidade populacional, do Inferno: todos os demónios estão aqui na Terra. E não são men of wealth and taste, diabólicos e cheios de estilo - isso ainda se desculpa. São pobres diabos, de fato duvidoso, atitudes reles, hábitos reles, entourage do piorio, discurso de pintas afadistado ou de bimbo, cheios de pulhice e malandrice. Tolera-se tudo, mas a baixeza é intolerável. 


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