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Tuesday, November 12, 2013

Quando a Moda imita a Arte


                                 
Não vou perder tempo a dissecar aqui se a Moda é Arte ou não: para mim, é. Arte que podemos usar. É a forma de expressão mais imediata que existe: comunica instantaneamente quem somos (ou, noutra óptica quem pretendemos ser, pelo menos naquele dia). Quem sustenta o contrário, talvez lhe falte experimentar (ou lhe falte a sensibilidade para compreender, mesmo usando) a perfeição de um Ferragamo, de um Christian Dior, de um Balenciaga, que se vê, sente, toca. E se falarmos de fotografia de moda, mais ténue a fronteira se torna: o culto da Beleza está sempre presente. 
                              
 O encanto delicado de Jessica Chastain já tem sido referido por aqui: a actriz de madeixas Ticiano é uma daquelas formosuras clássicas que teriam feito sucesso na Grécia Antiga, na Idade Média, no Renascimento ou no século XIX, tal como agora. Não é por acaso que a sua primeira capa/editorial na Vogue (retratos captados por Annie Leibovitz, e quem disser que Leibovitz não é uma artista não sabe de que terra é) foi inspirado na obra do pré rafaelita Sir Frederic Leighton, Flaming June. Oh, beauty, ever ancient and ever new - já dizia Santo Agostinho...
                                
  


                       

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