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Monday, April 7, 2014

Dois apontamentos do dia.

 Com a quantidade de informação que qualquer fashionista atenta recebe hoje em dia via redes sociais ou e-mail, as coisas bonitas quase se banalizam. Quase, porque uma boa selecção de peças realmente luxuosas e sofisticadas impressiona sempre...e dispõe bem.

 Mas ainda vão surgindo editoriais realmente inspirados, daqueles que apetece guardar, que são compostos pelas nossas referências e griffes favoritas- como este da Harper´s Bazaar, inspirado em Grace Kelly. No meio de tantos designers emergentes,  tendências alucinantes, de tantas liberdades no que toca ao street style, o ladylike é repousante - e Casas como Hermès, Burberry e Bottega Veneta, um valor seguro, pergaminho de qualidade que nunca desbota. 

 E depois há a outra face da moeda, porque nestas coisas sou uma rapariga de extremos. 

Já vos contei qual é a minha abordagem da fast fashion: é um tipo de compra que limito ao essencial, para básicos simples que dão sempre jeito ou para arriscar sem compromisso em certas tendências que surgem à velocidade da luz  Mas de vez em quando, lá aparecem lookbooks que me chamam a atenção por trazerem algo especial.  É o caso deste top da H&M Conscious Collection . Toda a colecção é cheia de tecidos bordados de ar antigo, jacquards, brocado e tons de ouro velho, mas como sofro de um fraquinho gigante por blusas de camponesa que mostram os ombros, esta tem mesmo muito a ver com a minha pessoa:



E os dois statement jackets abaixo (o preto, principalmente) parecem muito bem pensados. Se o material for bom, sou bem capaz de me deixar tentar. E aqui está  a prova de que os prazeres da vida vêem em várias embalagens, para todas as bolsas ou para as bolsas que não se importam de fazer misturas. 








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